Saúde Plena é o termo que escolhemos para definir o estado de harmonia que queremos co-inspirar.

Desenvolvemos nossos Serviços com o foco de melhorar a qualidade das Relações Humanas. Trabalhamos com Processos Participativos e Criativos como estratégias de Gestão em Organizações cada vez mais Saudáveis, sustentáveis e inovadoras - âmbito empresarial, educacional e/ou comunitário. 



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Entenda como aprimorar sua organização através da Investigação Apreciativa.

A Investigação Apreciativa pode ser definida como uma abordagem construtiva para a mudança e o desenvolvimento organizacional. É uma forma de tornar a organização melhor com base no que ela já tem de bom. Ou seja, a partir do que queremos manter é que conseguiremos chegar a ser o que queremos para o futuro.

Muitas organizações se consideram um problema a ser resolvido. As pessoas fazem reuniões para elaborar uma lista dos problemas e a partir daí procuram as causas desses problemas e começam a elaborar soluções. Existe uma grande diferença entre este método a Investigação Apreciativa.

Na Investigação Apreciativa o foco não é o problema, mas a construção de um futuro desejado com base nas fortalezas existentes. A organização deixa de ser percebida como um problema a ser resolvido e sim como a própria solução...como um mistério a ser desenvolvido.

Essa metodologia, criada nos Estados Unidos pelo Dr. David Cooperrider, conta com cinco princípios:

• Princípio Construtivista: as organizações são percebidas como construções humanas. Construímos nossas realidades baseadas na nossa experiência prévia e, portanto, nosso conhecimento e o destino da organização estão interligados.

• Princípio da Simultaneidade: a pergunta e a mudança acontecem simultaneamente. Quando se faz uma pergunta a alguém, a pessoa que recebe a pergunta sofre uma alteração de comportamento. A pergunta apreciativa favorece a auto-estima de outra pessoa. As perguntas que fazemos são parte do processo de mudança.

• Princípio Poético: Assim como uma obra de arte pode ter inúmeras interpretações, as organizações humanas podem ser vistas como livros abertos em que as pessoas são co-autoras. Passados, presentes e futuros podem ter inúmeras interpretações e podemos encontrar o que desejamos nas organizações.

• Princípio da Antecipação: as organizações, assim como as pessoas,  caminham para onde se questionam (sonhos-imagens). O mais importante recurso que se tem para construir a mudança organizacional é a imaginação coletiva e o discurso a respeito do futuro. Um dos teoremas básicos da visão antecipada da vida organizacional é que esta imagem de futuro é que de fato guia o comportamento de cada organismo ou organização. 

• Princípio Positivo: A abordagem positiva tem o poder de agregar, de realimentar. Quanto mais positivas são as questões a serem feitas, mais efetivo é o esforço de mudança. A abordagem positiva tem o poder de agregar, de realimentar. Quanto mais positivas são as questões a serem feitas, mais efetivo é o esforço de mudança.

As 4 fases do processo:

• Descoberta: fase em que a organização aprecia o que tem de melhor. Exemplos: liderança, relacionamentos, tecnologia, métodos de planejamento, etc. Nesta fase, as pessoas compartilham histórias de sucesso, percebendo a história organizacional como uma possibilidade positiva.

• Sonho: a fase do sonho envolve desafiar o status quo, criando visão dos resultados que o mundo está querendo.

• Planejamento: a fase de planejamento é a criação da arquitetura social e tecnológica da organização. Tanto a fase de sonho quanto a de planejamento envolvem a construção coletiva de imagens positivas de futuro. Um aspecto que diferencia a Investigação Apreciativa das outras metodologias de planejamento é que as imagens de futuro emergem de exemplos positivos ocorridos no passado. Estas imagens se tornam possíveis porque estão baseadas em momentos extraordinários da vida organizacional.

• Destino: a fase de destino é aquela em que as imagens positivas de futuro são sustentadas. É um tempo de aprendizado contínuo, ajustamento e improvisação – tudo a serviço dos ideais compartilhados. É o momento de construir o “olhar apreciativo” na organização em todos os seus sistemas, procedimentos e métodos de trabalho.