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Com-versar = versar juntos, construir uma poesia juntos, dançar, co-inspirar um ao outro para criar, cada um no seu melhor.
Conversar inteiro! Não de qualquer jeito, ou só para despejar suas opiniões e desejos sobre o outro. Estar pronto para ouvir verdadeiramente o que o outro está lhe dizendo. Você presta atenção no que escuta ou fica pensando em outras coisas? Desde onde o outro fala o que fala? Desde onde você escuta o que escuta?
Se é sentindo que a gente se entende, precisamos primeiro nos dar a oportunidade para conversar. Convidar o outro para um diálogo, e aí sim, estar inteiro, sentindo, observando a si e ao outro, de forma integral.
Qualquer coisa diferente disso não é conversa, com-versar, mas sim monólogos, muitas vezes entediantes, de jogos de poder e egoístas.
Comece sempre pelo observar de sua conversa interna, é isso mesmo, o que você tem “falado” consigo? Que tipo de pensamento você tem sobre você mesmo? Suas atitudes, comportamentos, conquistas, aprendizados?
Primeiro você. Olhe para o próprio umbigo, não por egoísmo, mas por amor próprio. Ninguém dá o que não tem. Então, pare de esperar que os outros façam por você o que só você pode fazer por si mesmo. Pare de cobrar do seu companheiro, sua esposa, seu chefe, seu colega, sua amiga, seus pais, e mude o foco, escolha perguntar-se e descubra o que VOCÊ PODE FAZER POR VOCÊ! Uma grande dica é: comece a descobrir e a fazer coisas que você GOSTA, que lhe dão PRAZER, ALEGRIA. Seja feliz! Quem é que não gosta de estar com alguém que irradia boas energias? Viver e trabalhar com você pode ser muito bom, mas você está feliz? Consigo? Ou todos que se aproximam precisam ouvir suas queixas, suas lamentações, seu pessimismo, suas cobranças, reclamações? Com que tipo de pessoa você gosta de estar?
O segredo dessa vida cheia de agitação, tecnologias, globalização, informações, está na simplicidade da VIDA! Pense nisso!
O que é simples para você? O que lhe dá prazer? E gera bem estar aos outros com quem convive?
O PODER DE CONVIVER
Não somos, também, absolutamente iguais, uniformes e estáveis, durante todos os dias do ano. Em certas ocasiões, todos nós temos o direito de ficar aborrecidos, desmotivados, pensativos e sem grande disposição para agir. Admitir, compreender e aceitar, que todas as pessoas podem sentir-se menos felizes e satisfeitas em certos instantes da vida, é uma questão que nem sempre é lembrada no exercício da liderança. Sentir-se triste, inseguro, desmotivado ou mesmo raivoso, não são direitos exclusivos dos “chefes”, mas de todos nós.
A anormalidade reside na intensidade da freqüência com que essas situações acontecem. Buscar manter a serenidade para compreender que tudo isso é inerente às relações interpessoais, é extremamente sadio e construtivo.
Lembre-se que o universo sempre nos diz sim.
Picasso também dizia algo semelhante: “Se você está procurando, é porque já encontrou!
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